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Para começar, explicaremos o que é o Lucro Real. Trata-se de um regime tributário que ajuda a calcular a contribuição do IRPJ e da CSLL. Normalmente, quando um negócio não se encaixa em nenhuma das exceções ou permissões dos outros regimes, torna-se obrigatório optar pelo Lucro Real. Este regime tem sido o mais utilizado pelas empresas nacionais, porém muitos empreendedores tem dúvidas sobre seu funcionamento e como ele se encaixa em cada negócio.

Essas dúvidas são muito comuns, pois a escolha do regime tributário pode influenciar positiva e negativamente o andamento de sua empresa, além de impactar seu lucro final. Ou seja, no caso de Lucro Real, a tributação é calculada de acordo com o lucro líquido que a empresa obteve em determinado período de apuração.

Para tirar as dúvidas de muita gente, trouxemos um artigo com muitas informações sobre o tema.

Quais empresas podem optar por ele?

Resumidamente, este regime serve para todas as empresas que não se encaixam no Simples Nacional e nem no Lucro Presumido. Mas esta decisão deve ser baseada com muito conhecimento para não fazer a escolha errada. Por isso o empreendedor deve conhecer bem o seu negócio. Obrigatoriamente, empresas que possuem um faturamento acima de 78 milhões devem escolher este regime, isso acontece desde 2013.

Empresas do setor financeiro também tem a necessidade de optar pelo Lucro Real. Outros exemplos de negócios que precisam optar pelo regime são aquelas que obtiveram lucro ou qualquer outro tipo de rendimento oriundos do exterior, empresas que exerçam a atividade de factoring ou empresas que possuam qualquer beneficio fiscal, sendo eles isenção ou redução de impostos.

Mas afinal, qual a diferença entre o Lucro Real e os outros Regimes?

Com estas informações, você já entende um pouco sobre como funciona o Lucro Real, então vamos falar sobre o Lucro Presumido. Como o próprio nome diz, o Lucro Presumido é estipulado em cima de um valor e sobre ele incidem as alíquotas. Isso pode ser considerada uma vantagem, pois no fim este valor pode acabar sendo menor do que o lucro obtido pela empresa.

Entre todos os regimes, o Simples Nacional é mais fácil de entender e de lidar. Ele existe para facilitar a arrecadação de Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP). O pagamento dos tributos se faz por uma única guia que é chamada de DAS.